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O que Visitar - Descrição

Ruínas Castelo Vila Verde dos francos:

Data: séc. XII/séc. XIII

Monumento classificado como imóvel de interesse público em 1957 por decreto. Propriedade pertencente à Direcção Geral do Património Cultural. Apresenta planta quadrangular adaptada ao terreno.

É um miradouro natural e histórico, sendo possível vislumbrar uma série de paisagens naturais entre o campo e o mar.

do Castelo que está quase demolido se avista Santarém, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Peniche Berlengas, S. Martinho, Óbidos e o mar de N. Senhora de Nazaré, e nada pode entrar nesta Vila sem ser visto do Castelo / antes um quarto de légua” in: Memórias Paroquias, pelo Padre João Silva em 1759.

Edificação atribuída a D. Alardo (Franco), primeiro pretor de Vila Verde dos Francos.

Actualmente conserva as paredes do espaço que fora ermida de S. Luís, e pequena parte da muralha. Mantendo a sua traça original.

É considerado pelos autores como «casa» do Pretor/Senhor. A maior vantagem era a de vigiar as serventias, numa época em que as portagens eram pertença do alcaide, atribuindo-se assim um estilo feudal, amplamente utilizado na região Franca.

O seu avançado estado de ruína torna impossível a sua reconstituição e tipificação. Por esse motivo se pensa não ter sido incluído na reconstrução, na época do estado novo, durante o programa de Portugalidade promovido por Salazar.

 

Ruínas Palácio Condes de Vila Verde dos Francos:

 

Data: séc. XV

 

Foi Classificado como Imóvel de Valor Concelhio em Fevereiro de 1989. É propriedade da Câmara Municipal de Alenquer.

Mandado Edificar por Gonçalo de Albuquerque, Pai de Afonsos de Albuquerque (Vice-Rei da índia).

Apresenta hoje duas fachadas e parte da entrada.

Terá sido um edifico com cave e dois andares.

No espaço Contíguo à escola Primária, fora zona de Mata florestal, já não existente na época em que foi construída a escola.

Serviu de Casa aos Condes e aos Vereadores da Câmara. Com cerca e um pombal que servia de sustento aos senhores da câmara. Tinha ainda mata e várias árvores de fruta, em especial laranjeiras. No seu interior contou com o quarto do Conde/Marquês com tecto pintado, contendo quadros dedicados aos capitães e seus feitos na conquista da Índia.

 

Fonte Gótica

 

Não se sabe a data da sua construção, faz parte das inúmeras fontes que vários documentos do passado referem.

Esta Vila sempre foi considerada: terra farta em água durante todo o ano.

Deve o seu nome ao arco ogival, com pedras perfeitamente talhadas que se encaixam entre si de tal forma que dificilmente estes arcos se abatem.

Encontramos mais duas fontes da era medieval: Fonte Nova (rua da Fonte Nova) e dos  Polomos (lado esquerdo junto ao rio no inicio da estrada da várzea)

 

Igreja da Misericórdia

Data: séc. XVI (provável 1525)

Era pertença da Irmandade e confraria da Misericórdia de que era perpétuo provedor o donatário. Foi fundada por D. Pedro de Noronha.

Apresenta a maior parte das suas paredes Cobertas por azulejos do séc. XVII.

Dedicada ao Senhor dos Passos era frequentada pelos Frades do Convento.

A irmandade foi ainda responsável, com os frades do convento, pela gestão de um Hospital, fundado por D. Francisco de Noronha.

Os Frades iniciaram a manifestação de rua dos passos do Senhor (procissão com representação dos 5 passos de Cristo até ao Calvário), pelo que ainda hoje a cada penúltimo Domingo antes da Páscoa é realizada procissão dos Passos, sendo participada por muitas gentes de fora e dentro da freguesia.

Sofreu um restauro e conservação, do seu retábulo e frescos, em 2013.

 

PELOURINHO

 

Desconhece-se a data da sua colocação, foi sinal do poder enquanto Concelho de Vila Verde dos Francos.

Foi removido no séc. XIX, para dar lugar à estrada real.

O seu capitel foi reaproveitado na mesma época, como base de cruz, em mesa de encomenda. Encontra-se no cemitério junto à igreja Paroquial.

 

IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS (PAROQUIA)

 


Data: provável séc. XII, classificação tendo por base os cachorros românicos nos beirais externos da capela-mor.

 Sofreu alterações interiores e exteriores ao longo dos tempos, Sendo a Torre sineira, a casa da irmandade e Sacristia de uma época posterior à sua construção.

Já não apresenta os seus altares barrocos e algumas imagens da mesma época, que foram obliterados nos anos 50 do  século XX.

 

Conserva no seu Interior, a pia baptismal do séc. XVII e Pia de água benta do séc. XVI e ainda algumas imagens em terra cota e talhadas em pedra do séc. XV/XVI (Santa Luzia, São Marcos e Santo Antão.

Ainda são visíveis 3 túmulos no altar mor:

-Doutor Paulo de Palacios, natural de Granada, esmoler mor da rainha D. Catarina, pregador do cardeal D. Henrique, catedrático de teologia e prior que foi desta igreja. Faleceu a 14 de Abril de 1582.

- Sepultura de D. Luiz de Noronha prior desta igreja que faleceu aos 28 de Novembro de 1643.

- Simão de Barbosa, natural de Arrifana de Sousa.

 

CASA MOURISCA

 

Casa que se atribuiu a construção a arte árabe, pelos arcos do alpendre e interiores. É propriedade privada e visitável apenas com autorização dos moradores.

 

CONVENTO NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO (QUINTA DO CONVENTO DA VISITAÇÃO)

 

 

Data: anterior a 1540, data em que foi reestruturado.

Teve origem numa antiga quinta, pertença de D. Gonçalo de Albuquerque. D. Pedro Noronha reestruturou-o e instalou os frades Franciscanos de Xabregas.

Sofreu obras depois da extinção das ordens religiosas, verificando-se algumas alterações em relação à sua estrutura passada.

Conserva ainda:

Torre Maçónica: mandada erguer por Marcelino Correa em 1933

Ermida/capela de S. Diogo: Associada a um primeiro convento que fora desactivado. No tecto, talhado em pedras, encontramos símbolos templários e dois rostos os quais desconhecemos quem representam. No local do pequeno altar são visíveis os vestígios de azulejos de arte com origem hispânica/moura.

Fonte do Leão: foi estudada no início do século XX, pelo Prof. Charles Lepierre que classificou a água. É uma das primeiras águas a ser referenciada na Europa, ao lado da do LUSO, da EVIAN e da VICHY e chegou a ser comercializada em Lisboa.

Casa do capítulo: de 1660, mandado erguer por D. Violante de Noronha, conserva ainda pinturas toscas, de simbologia franciscana, efectuadas pelos últimos franciscanos residentes.

Capela de Nossa Senhora da Visitação:

Na nave central, e datada do mesmo ano de 1566, evidencia-se a pedra tumular do donatário deste convento da Ordem terceira de São Francisco D. Pedro de Noronha Sexto Senhor de Vila Verde. Também D. Catarina de Ataíde, a eterna namorada de Luís de Camões e mulher de D. Pedro de Noronha (Sétimo Senhor de Vila Verde), esteve sepultada na galilé da igreja antes de ser transladada para o Convento da Graça em Lisboa.

O corpo da igreja está revestido a azulejos de albarradas azuis e brancos do período Joanino, e os da capela-mor, do período rococó terá,o possivelmente, sido encomendados a Valentim de Almeida pela primeira mulher do 1º Marquês de Pombal, Teresa de Noronha e Bourbon, donatária do Convento.

O altar-mor em mármore e embutidos segue o modelo de João Antunes. A entrada do claustro para e igreja e a sacristia mantém alguns pormenores de frescos e brutesco do reinado de Filipe I.

Hoje é pertença da Sociedade agrícola da Quinta do Convento da Visitação:

Dedica-se à produção de vinhos e eventos (casamentos entre outros), pode ainda ficar alojado neste espaço e usufruir da sua beleza paisagística e conforto de qualidade. Dispõem de Piscina coberta e Sauna.

entrada deve ser previamente marcada – 210330780 / geral@quintadoconvento.pt)

 

CAPELA DE SANTA BÁRBARA -PORTELA

 


No lugar de Portela, foi construída pelos seus moradores.

Conserva ainda no seu interior o altar-mor, de talha, repintado, apontando o seu estilo para que tenha sido edificada no século XVIII, datando também deste século três imagens de madeira que nela se guardam.

 

PENEDO DOS OVOS - VILA VERDE DOS FRANCOS (A NORTE DO CONVENTO DA VISITAÇÃO)

 

Rocha sedimentar resultante da erosão de uma litologia granítica, que se encontra a uma altitude de 658 metros. Apresenta do ponto vista geológico, formações importantes como: sulcos e pias embutidas.

Apresenta elevado potencial para a prática de bouldering (desporto derivado da escalada em rocha, que tal como o nome indica, é praticado em pequenos blocos ou escarpas de pequena dimensão, não necessitando do uso de corda ou material de segurança).

Sobre este penedo conta-se uma história… Os homens de Vila Verde, tentaram abrir um caminho neste local de forma a ligarem o convento da Visitação à serra do Montejunto. Durante tão árduo trabalho deparam-se com este grande penedo. Tentaram a demolição com martelos e outros instrumentos, e nada fez tal pedra se partir ou mover. Depois de muita discussão, pensaram que um milagre poderia acontecer, inspirados numa lenda de Sintra sobre um penedo que poderia destruir-se com ovos, contendo no interior um tesouro, tentaram então a estratégia. Assim lançaram ovos contra o penedo e embora o mesmo não se tenha mexido, os ovos tiveram tal resultado, que deixaram marcas na pedra, tal como já se falou anteriormente: sulcos e pias embutidas (formações concavas resultantes de erosão).

 

MOINHOS DE VENTO

 

 

AlGARES E GRUTAS DE LAPADUÇOS

Conjunto geológico de interesse, inserido num maciço calcário de considerável extensão. Contém lapiás (fendas), lapas e grutas. Local não vigiado e com risco de segurança, atendendo a grandes fendas existentes nas rochas ou abaixo da vegetação.

 

CALÇADA MEDIEVAL - LAPADUÇOS

 

Junto aos algares de Lapaduços passa a estrada da misericórdia, estrada que liga Lapaduços a Casais Galegos. Conserva lajes que pavimentam, ainda grande parte do caminho, apontado para a era medieval. Deve o seu nome ao Círio de Nossa Senhora da Misericórdia, que tomava este caminho rumo ao lugar de Moita dos Ferreiros, em Lourinhã.

 

CIRIO NOSSA SENHORA DE MISERICÓRDIA

O Círio é uma tradição muito antiga, e remete para uma prática pagã. São enfeitados, carros carroças e actualmente tractores, com arcos flores e panos. Depois em procissão e transportados por animais ou actualmente tractores, as pessoas rumam ao santuário de nossa Senhora de Misericórdia com o objectivo de prestar Culto. A origem deste culto teria como pedido, água e boas colheitas.

 

PROCISSÃO DOS PASSOS

 

Procissão dos Passos, em Vila Verde dos Francos, Penúltimo Domingo Quaresma, dois Domingos antes da Páscoa, Domingo anterior ao Domingo de Ramos, à tarde (horário habitual 16:00).

 

OUTROS FESTEJOS:

-Festa tradicional em honra de Nossa Senhora dos Anjos, em Vila Verde dos Francos, 2º fim-de-semana de Julho

 

-Festa em honra de Nossa Senhora da Fonte, em casais de Fonte Pipa, primeiras semanas de Agosto.

 

-Festa em honra de S. Miguel, em Lapaduços, penúltima/última semana de Julho

 

-Círio de Nossa Senhora de Misericórdia (Partida pelas 9:30 de 7 de Setembro e Regresso a 9 Setembro por volta das 12:00)

 

A Junta de Freguesia disponibiliza mapa e guia de visita. A visita a alguns locais como é o caso da quinta do convento e dos locais religiosos está dependente de marcação e disponibilidade das instituições que o gerem.

 

  
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